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Mostrando postagens de Junho, 2010

São João Batista e o Xadrez

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No tabuleiro da vidaO mês de junho normalmente é conhecido em nosso país pelos tradicionais festejos aos santos Antônio, João e Pedro. Uma tradição que se originou do povo rural, de cultura simples, mas não menos importante que as muitas outras, e de uma fé genuína e verdadeira, que acreditava na poderosa força e intercessão dos três santos que, na certa, estavam perto de Deus e dEle poderiam alcançar grandes graças, sendo que ainda hoje, em muitos lugares, a bandeira dos santos é levantada ao som da oração do santo terço.Quero pedir licença ao santo de Lisboa ou de Pádua, como queiram portugueses ou italianos, e também solicitar que me perdoe o santo portador das divinas chaves, uma vez que hoje gostaria de escrever sobre o Precursor, João Batista.Primeiramente, peço desculpas aos leitores, pois não possuo cultura exegética ou grande fundamentação teológica, mas as reflexões que faço de São João, ainda que pareçam pueris, são meditações pessoais, catequéticas, como talvez fizesse o …

Ele fez a diferença

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O Defensor da Floresta

Desde pouca idade sempre aprendi que se nós temos direitos, por eles devemos prezar e fazê-los valer. Sejam eles quais forem, com a dimensão que tiverem. Recordo-me que diziam serem os direitos uma conquista de tempos de lutas, do suor de muitos, da dedicação de tantos outros e por isso além de buscá-los deveríamos defendê-los como um patrimônio valioso.

E sempre fiquei atento para encontrar alguém que se encaixasse neste perfil que me apresentavam. A procura não foi das mais simples, mas encontrei uma pessoa que deixou suas impressões em nossa história. Houve nos dias atuais um exemplo de garra e de defesa de seus direitos, um homem que marcou o solo brasileiro com seus passos determinados na caminhada em defesa da preservação de sua terra. Este homem que viveu pela causa da Amazônia e por ela morreu tornou-se defensor e ícone da Floresta.

Francisco Alves Mendes Filho nasceu no coração da Floresta Amazônica, na pequena Xapuri, no Acre, em 15 de dezembro de 1944. E…

Livros

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Quando Cristo fala

Atualmente, não é fácil encontrar um livro com temática religiosa de grande tiragem e número de vendas, que tenha sido escrito para os leitores em geral, que não gire em torno do tema da auto-ajuda. Na busca desenfreada pelo ter, os seres humanos se depararam com um abismo cavado sobre sua própria essência, e diante desta perca do ser, exigem para si, perante as visíveis consequências, palavras confortadoras e otimistas, fórmulas prontas conforme a força do pensamento.

Seja talvez por ter sido escrito em 1976, e influenciado por todo o contexto libertador do período pós Concílio Vaticano II, Meu Cristo Partido não corre o risco de ser taxado como um livro de auto-ajuda, nem de cair na mesmice das levas de obras que as muitas editoras nos oferecem hoje. Mas antes disso, é um livro de cunho religioso que leva o leitor a uma profunda reflexão, até mesmo dolorosa, se este se entregar verdadeiramente à leitura.

Quase beirando a um romance, Meu Cristo Partido é a grande obra…